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GuiaBase.
Brief visualComece agora ↓

Mapas e gráficos sob medida.

Um mapa bem construído pode servir uma matéria, um relatório, uma apresentação e muitos públicos.

Organize uma pergunta, território, uso e versões para preparar um briefing de mapa, gráfico, linha do tempo, diagrama ou peça interativa.

O que seu briefing esclarece

Comece com um pedido que as pessoas entendem.

Indicado para
Equipes de conteúdo, pesquisa, comunicação, relações institucionais, educação e planejamento.
Seu briefing reúne
Um briefing visual que mantém peça, público, canais, fontes, créditos e necessidades de atualização na mesma conversa.
Como começar
Escolha o tipo de visual, o território, onde será usado e quais versões precisa. Você recebe uma descrição organizada do pedido.
01

Visual exclusivo

Uma direção possível quando mapa, gráfico ou diagrama precisam responder a uma pergunta e a um público definidos.

02

Kit adaptável

Uma necessidade a mapear quando o mesmo visual precisa aparecer em relatório, web, apresentação e redes.

03

Visual para sites

Uma direção possível quando a experiência pede uma peça interativa com fontes, data e créditos.

04

Licença territorial

Uma parte do briefing para registrar uso, duração, idiomas, alterações e canais antes de produzir.

Comece pelo uso

Descreva o mapa ou gráfico que procura.

Defina peça, território, canal e versões para formar um pedido claro.

Versões necessárias

Seu resultado

Seu briefing visual começa aqui.

Preencha os campos para gerar um resultado nesta página.

Faça a escolha ganhar forma

Comece com o que está vivo na sua frente.

Você não precisa chegar com tudo decidido para aproveitar esta página. Basta trazer uma situação que esteja pedindo clareza agora. O formulário organiza o primeiro recorte; o valor está em enxergar melhor a conversa, a comparação ou o próximo movimento que já existe na sua vida.

Em Mapas e gráficos sob medida, comece por isto: Escolha o tipo de visual, o território, onde será usado e quais versões precisa. Você recebe uma descrição organizada do pedido.

01

Traga uma cena, não uma tese.

Pense no momento em que a dúvida aparece: uma reunião, uma compra, uma pesquisa que precisa ser entendida ou uma mudança que não pode passar despercebida. Quanto mais próximo esse recorte estiver do que você realmente vive, mais fácil será reconhecer uma resposta útil. Não tente resolver o ano inteiro numa primeira passagem.

02

Dê espaço para a primeira surpresa.

Uma boa ferramenta não confirma apenas o que você já imaginava. Ela pode revelar uma diferença de custo, um critério esquecido, uma relação que merece explicação ou uma pergunta que ainda não tinha nome. Deixe esse achado mudar a conversa. É assim que uma escolha deixa de ser pressa e começa a ter motivo.

03

Olhe para a resposta e procure o que importa.

O resultado não precisa ter a aparência de uma sentença para ser valioso. Repare no que ficou mais simples de explicar, no detalhe que ganhou peso e no ponto que você quer testar antes de seguir. A melhor próxima ação costuma ser pequena: confirmar um valor, conversar com alguém, abrir uma referência ou escolher entre duas direções.

04

Faça a página caber no seu ritmo.

Você pode começar com valores aproximados, nomes provisórios ou um cenário limitado. O primeiro uso existe para tirar a situação da cabeça e colocá-la em uma forma que pode ser vista. Depois, quando algo mudar, ajuste somente a parte necessária. Isso preserva o raciocínio em vez de obrigar você a recomeçar toda vez.

05

Use a clareza para conversar melhor.

Uma comparação, uma seleção ou um pedido organizado ganha força quando outra pessoa consegue entender por que ele importa. Leve consigo o critério que pesou, o que ficou de fora e a pergunta que ainda precisa de resposta. Você não precisa convencer ninguém com uma tela; precisa conseguir explicar a escolha com honestidade e presença.

06

Volte quando a situação realmente mudar.

Preço, prazo, prioridade, disponibilidade e contexto não ficam parados. Quando uma dessas peças mudar, retorne ao ponto que ela toca e veja o que acontece. Essa revisão não apaga a primeira decisão. Ela mostra que a escolha continua acompanhando a sua realidade, em vez de ficar presa ao dia em que foi feita.

Leve o que mudou

Use Mapas e gráficos sob medida para sair do automático: uma situação mais legível, uma escolha mais explicável e um próximo passo que você reconhece como seu.

Não é preciso sair daqui com uma resposta perfeita. Basta terminar enxergando melhor a escolha que está nas suas mãos e sabendo qual pequena ação vale fazer em seguida.

Antes de seguir

Escolher bem também é saber o que confirmar.

  • Esta página organiza um briefing; ela não cria, licencia ou publica uma peça.
  • Uma adaptação cultural pode exigir nova revisão.
  • Dados desatualizados não permanecem disponíveis como se fossem atuais.
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